Numa recente coleta, em Copacabana, a equipe do biólogo Ricardo Cardoso, encontrou, em 3 quilômetros de busca, apenas um tatuí. Os pesquisadores alinham, entre as causas do sumiço, o pisoteio constante, a poluição da água (que contamina o plâncton, seu alimento) e o desaparecimento dos grãos de areia finos, resultado de frentes frias cada vez mais frequentes. A espécie Emerita brasiliensis, foi descoberta e catalogada em 1935, no Sudeste brasileiro, e ainda resiste na faixa de mar que vai do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul.
A limpeza da orla faz parte da etapa de sensibilização da comunidade local.
Fonte: Planeta sustentável
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